quarta-feira, 13 de março de 2013

CPI das Universidades Privadas do Rio de Janeiro

Presidente da CPI, o deputado Paulo Ramos também critica a carta enviada aos professores. Segundo ele, a Galileo já vem sendo convocada à comissão desde sua abertura, em agosto passado. Mas mudanças constantes na controladoria do grupo dificultariam as investigações. O atual controlador do grupo, o empresário Adenor Gonçalves, do ramos de construção civil e saúde, por exemplo, foi convocado à CPI, mas ainda não compareceu. Só contra Adenor, aponta levantamento da CPI, há 16 processos da Justiça Federal, 27 no Tribunal de Justiça do Rio e dois no da Bahia.
— Tentaremos instaurar também uma CPI mista no Congresso Nacional. Porque o que está acontecendo no Rio ocorre em todo o Brasil, com exemplos de gestão fraudulenta, enriquecimento ilícito, desvio de recursos públicos, precarização das relações de trabalho, entre outros ilícitos — diz Paulo Ramos.
 
Crise financeira põe em risco formação de estudantes na Gama Filho e na UniverCidade: JORNAL O GLOBO

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