terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

José Júnior do AfrorReggae pegou carona no trabalho social desenvolvido pelo Pastor Marcos


Há alguns dias, o chamado AfroReggae do José Júnior completou 20 anos. E durante a comemoração, alguns dados foram divulgados. Aliás, dados que foram subestimados, primeiro dizendo que o AfroReggae tem uma receita – obviamente oriunda de recursos públicos – de 20 milhões para tocar 30 projetos.
Não sei se a receita divulgada corresponde à verdade. Inclusive, o José Júnior reagiu à expressão de chamar o AfroReggae de holding, porque são três braços ou mais com o mesmo nome, com endereços diferentes, isto é, razão social diferente, com endereços diferentes, mamando nas tetas dos Governos. Isto é, o José Júnior é um grande malandro patrocinado com recursos públicos, desenvolvendo atividades nem todas conhecidas, mas com resultados conhecidos porque pífios, isto é, o AfroReggae vive da mentira e o  José Júnior vem enriquecendo escandalosamente às custas de recursos públicos.
Mas,  ao comemorar 20 anos, o José Júnior procurou uns instrumentos que dispõe, especialmente o patrocínio de uma certa mídia que insiste em ocultar a verdade da opinião pública, volta o  José Júnior, aliás agora sem a mesma repercussão da orquestração promovida pelo Sistema Globo um ano atrás, a fazer insinuações ou denúncias contra o Pastor Marcos Pereira e o projeto social desenvolvido pelo Pastor. Mas pelo menos diz que já teve uma parceria com o Pastor Marcos Pereira. Aliás, foi uma espécie de caroneiro, pegou carona no trabalho social desenvolvido pelo Pastor Marcos Pereira. Até aí já seria revoltante, mas procura dizer o José Júnior que ele anda em carro blindado a ele cedido por uma instituição bancária e não diz qual foi. Receoso, dentre outras coisas, de eventual agressão que poderia ser originada do Pastor Marcos Pereira. Deixa ele de dizer do envolvimento que tem com figuras conhecidas ligadas ao crime organizado, incluindo o tráfico de entorpecentes. Ele procura atribuir a outro, aquilo que é o seu procedimento, o seu envolvimento.
Não é possível silenciar porque exatamente um ano atrás, em fevereiro do ano passado, o  José Júnior orquestrou denúncias contra o Pastor Marcos Pereira que resultaram em inquérito policial, isto é, a Polícia Civil está investigando tudo aquilo que foi denunciado, aliás também com a participação do Ministério Público.
Felizmente a ALERJ se distanciou desse imbróglio, pelo menos aqui a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania não encontrou espaço para patrocinar a insanidade do José Júnior.
Passado um ano as investigações não foram concluídas, e o que diz a legislação sobre o inquérito policial? Aliás, o José Júnior também desenvolve um projeto em parceria com a Polícia Civil - papo responsa. Ele consegue se infiltrar nas instituições, se utilizando da força que dispõe, do patrocínio da mídia, causar constrangimentos. Existe certo receio em fazer denúncias contra o José Júnior. Mas imaginar que ele mobilizou o aparato do Estado - o Ministério Público e a Polícia Civil - para investigar as denúncias que fez. Mas, passado - um ano - qual a razão da morosidade? Por que as investigações não foram concluídas? O pastor Marcos Pereira foi vítima porque pessoas da família, pessoas em torno do trabalho por ele realizado, foram convocadas para prestar depoimento. Uma situação surpreendente que - só nos modelos fascistas conhecidos pela humanidade - se tem notícia. Por que não há uma conclusão das investigações? Por que ao invés de investigar falsas denúncias levadas a efeito pelo  José Junior não é este o investigado? Porque ele tem uma trajetória conhecida de envolvimentos conhecidos, e ainda mama nas tetas do Governo. O comportamento dele, fazendo falsas denúncias, transtornando a vida de uma pessoa e de uma instituição religiosa, mobilizando a máquina do Estado, já esse procedimento é em si criminoso. Mas ele continua surfando, não se sabe até quando. Portanto, concluo dizendo que venho a esta tribuna para exigir, pelo menos, a conclusão das investigações, a divulgação dos resultados, porque tenho certeza absoluta de que nada foi provado que pudesse dar o mínimo, a mais longínqua razão ao  José Junior.
Mas quero também manifestar a minha solidariedade ao pastor Marcos Pereira. Que ele não desista, que ele persevere com o seu trabalho, mesmo sendo vítima de falsas acusações, de perseguições descabidas, que ele persevere. Porque o trabalho social por ele desenvolvido tem apresentado belíssimos resultados, muito superiores a qualquer invenção, a qualquer resultado que venha a ser apresentado pelo  José Junior, com o AfroReggae, porque tudo não passa de uma trama, de uma orquestração que, infelizmente, encontra eco em alguns setores que deveriam se fazer respeitar.

Parabéns, pastor Marcos Pereira. A minha solidariedade.

Um comentário:

  1. Vi a reportagem sobre este pastor, e ficou clara as acusações contra ele, eram ex-membros e da própria igreja, sem contar a atitude natural dele que já demonstra algo estranho, enfim, acho que o senhor esta equivocado quanto a respeito do pastor, em relação ao afroreggae, realmente precisa-se apurar.

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