quinta-feira, 1 de março de 2012

Excessos do Ministério Público

O deputado Paulo Ramos (PDT) se mostrou preocupado com o que ele considera excessos do Ministério Público (MP) em investigações no estado. Para ele, o MP foi criado para auxiliar a Polícia Civil em inquéritos, mas está ultrapassando suas funções originais e liderando inquéritos, que acabam sendo anulados por juízes por “serem mal feitos”.
“Estou denunciando isso há tempos e vejo com satisfação que o desembargador Ciro Darlan, em artigo no jornal O Dia, também se mostra procupado com os excessos cometidos pelo MP. Também o juiz João Damasceno, do grupo Juízes pela Democracia, denuncia esse fascismo em outro artigo. Essas investigações mal feitas deixam os juízes na terrível situação de não poderem aceitar os inquéritos. É o vício de querer enquadrar todas as investigações como formação de quadrilha. Por esse critério, até a mãe de um traficante pode ser enquadrada em formação de quadrilha”, afirmou.
O deputado lembrou também o excesso cometido na quebra de sigilos telefônicos:
“Até hoje ninguém sabe por que foi grampeado o telefone do cabo bombeiro Dacciolo. Até os deputados aqui dessa casa foram atingidos por essa arapongagem que tomou conta do nosso estado”, concluiu.

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