quinta-feira, 1 de março de 2012

Crítico da direção atual, Paulo Ramos quer a reconciliação do PDT

Crítico da direção do PDT, o deputado Paulo Ramos propôs uma espécie de armistício – sem a expulsão dos dirigentes atuais – como forma de a legenda recuperar seu histórico de luta pelo trabalhismo, nacionalismo e socialismo. Ele se solidarizou com a sua colega de legenda Cidinha Campos, que teve suspenso um programa na TV Bandeirantes por falta de patrocínio e defendeu uma transição na direção do partido.
“Não é segredo para ninguém que tenho sérias divergências com a nobre deputada, mas ela, uma das principais defensoras de Sérgio Cabral, foi traída pelo governador, que, se quisesse, poderia ter falado com seus amigos empresários para que ajudassem no patrocínio. Outro fato lamentável foi a nomeação, e depois a revogação, do presidente do PDT, Carlos Lupi, para assessoria do prefeito. Eu quero que todas as denúncias feitas contra Lupi, quando ele estava no Ministério do Trabalho, sejam apuradas. Mas esses dois episódios me fazem propor que desarmemos os espíritos para superarmos divergências e a conseqüente reconquista dos ideais históricos do trabalhismo”, afirmou o deputado.

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