sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Ética no PDT

Discurso - PAULO RAMOS 01/12/2011
Senhoras e Senhores Deputados, tive a oportunidade de exercer dois mandatos de Deputado Federal e estou exercendo o quarto mandato de Deputado Estadual. Obviamente, como todos, carrego muitos defeitos e raríssimas qualidades. Eu mesmo não as percebo. Mas, por vezes, sou homenageado por alguns amigos, e até por adversários, que afirmam ver sinceridade e coerência na minha atuação.

Durante todos esses anos, eu assumi uma compreensão rigorosa em relação à ética: a ética na vida e a ética no exercício do mandato. E um dos aspectos que considero fundamental, um aspecto que considero fundamentalíssimo para a ética no exercício do mandato é a coerência em relação a posições assumidas, que devem ser continuadas e preservadas sempre em homenagem ao programa, às razões ideológicas do partido ocupado ou integrado.

É claro que há possibilidades sempre de revisão de posições, mas não é possível haver mudança de posições sem que à mudança antecedam, dentro dos partidos ocupados, uma reflexão profunda, debates e deliberações democraticamente realizadas. E quando falo, Sr. Presidente, democraticamente, entendo que, para que um partido político esteja organizado democraticamente, ele deve sempre mobilizar a participação de todos aqueles que o integram.

Não é possível nunca um partido político cumprir com os seus compromissos se ele estiver desorganizado e se não houver uma participação democrática de seus integrantes, da militância.

O PDT é um partido identificado por suas razões históricas e sempre cultuamos as figuras maiores de Vargas, Jango e Brizola. O PDT é um partido reconhecidamente nacionalista. O PDT defende a soberania nacional. O PDT defende um projeto nacional fundado na soberania e nas forças do trabalho.

Para que o PDT pudesse estar hoje na situação em que se encontra, fazendo com que vários dos seus quadros - e às vezes os mais importantes - caminhem através de toda a incoerência, somente através da desorganização.

E aí, Sr. Presidente, morto Brizola, e todos sabem que o PDT, paralelamente aos seus compromissos ideológicos e programáticos, lutou com todas as suas forças para levar Leonel Brizola à Presidência da República. Os adversários foram muito mais fortes. Alguns hoje, aparentemente aliados, foram adversários os mais desonestos, os mais ferrenhos em relação ao PDT. Basta lembrar, no Estado do Rio de Janeiro, Brizola Governador, a resistência que muitos setores ditos de esquerda fizeram em relação ao programa dos Cieps de educação integral, com todas as crianças na escola, todos os adolescentes na escola, com educação pública de boa qualidade, a educação como fator de transformação - muitos se insurgiram contra aquele programa.

Embora o PDT não tenha conseguido realizar um dos seus objetivos maiores, ainda hoje estamos convencidos – pois o futuro do pretérito é um dos piores tempos de verbo – que se Brizola tivesse chegado à Presidência da República o Brasil hoje seria outro. Estamos convencidos também de que o golpe de 64 contra o trabalhismo, contra um Presidente da República, também realizava suas ações tendo como sustentação as forças do trabalho, se o golpe não tivesse acontecido, hoje viveríamos com certeza outra realidade.

Brizola morreu em 2004. Depois de várias tentativas, não apenas de chegar à Presidência da República, mas de se coligar com forças políticas capazes de realizar pelo menos em parte as aspirações do nosso PDT. Brizola chegou a ser vice de Lula, chegou a apoiar Ciro Gomes, como alternativa. Brizola procurou sempre encontrar um caminho para o nosso País. Um caminho para que pudéssemos construir uma nação que alcançasse a justiça social, um País de iguais.

Morto Brizola em 2004. Sr. Presidente, temos que reconhecer que na primeira fase fomos enganados. Um pequeno grupo liderado pelo Sr. Carlos Lupi, hoje Ministro do Trabalho, envergonhando o nosso PDT, um pequeno grupo que estava próximo a Brizola cuidando, como uma espécie de ajudante de ordens nas questões mais imediatas e mais burocráticas do nosso partido, esse grupo - no plano nacional, Lupi e Manoel Dias, e no Estado do Rio de Janeiro, Lupi e Carlos Correia - assumiu o PDT. Mas compreendeu que era preciso, para manter o controle da PDT, desorganizá-lo. Quanto mais desorganizado o PDT, mais possibilidades de perpetuação do próprio grupo nos cargos de direção, a fazer tudo aquilo que era possível fazer para levar o PDT à situação em que ele se encontra hoje.

Imaginar, por exemplo, que chegamos a ter no plano nacional menos de nove Estados com diretórios eleitos e organizados. Aqui no Estado do Rio de Janeiro, em 92 municípios, 45 não tinham nem comissão provisória nem diretório eleito; 41 só com comissão provisória; e seis com diretórios eleitos.

É claro que eles conseguiram levar a efeito esse propósito sem que houvesse resistência interna, sem que houvesse reação. Mas, obviamente, mantendo o controle do partido como eles mantiveram, muitos não conseguiram enfrentar, nas posições que ocupavam, às vezes nos longínquos municípios; outros capitularam; outros a eles se aliaram. Mas houve aqueles que resistiram.

O SR. PRESIDENTE (Roberto Henriques) – A Presidência pede a conclusão de V. Exa.

O SR. PAULO RAMOS – Vou concluir, Sr. Presidente. Peço inclusive a tolerância de V.Exa. e a tolerância daqueles que compareceram ao plenário, por mim convidados, para que eu possa concluir meu pronunciamento porque, Sr. Presidente, a situação é uma situação de muita gravidade mas que pode servir também para a reflexão dos integrantes de outras legendas, não apenas o PDT.

Mas, Sr. Presidente, a resistência, não só por mim oferecida, vem desde a morte de Brizola, porque começamos a perceber que esse grupo pretendia se perpetuar no partido e já na eleição seguinte para o diretório regional, morto Brizola, não integrei à nominata. Compreendi logo de início que Carlos Lupi, junto com Carlos Correia, já manipulava a perpetuação Só integrei o diretório porque era Deputado. O mandato faz com que o Deputado seja membro nato do diretório.

Integrei à executiva porque, como líder da bancada, sempre escolhido pela bancada, mesmo com a força que eles tinham, eles nunca conseguiram influir de forma tal que me retirasse da liderança do PDT. Integrava a executiva sempre divergindo; sempre sendo voz destoante.

Aí, vem, Sr. Presidente, a eleição para o diretório de 2008. Se formos frustrados na eleição de 2006, foi porque Carlos Lupi manipulou, simulou que dividiria as responsabilidades partidárias para dar o golpe na undécima hora. Organizamos uma chapa. Organizamos uma chapa, Sr. Presidente, contra eles. Mas eles eram os condutores do processo eleitoral dentro do PDT. Eles que organizaram a convenção. Aí, sem nenhuma cerimônia, com uma forma agressiva, violenta, eles impugnaram o registro da chapa de oposição.

A luta seguiu seu curso, Sr. Presidente, para encurtar, e um grupo ingressou uma ação judicial; ingressou com uma ação na Justiça e agora, em agosto último, a convenção de 2008 foi anulada. Anulada a convenção, era de se esperar, se responsabilidade houvesse, que a direção nacional nomeasse uma comissão para a realização de outra eleição. Não. A direção nacional, presidida por Carlos Lupi, nomeia uma comissão provisória composta pelos mesmos membros da comissão executiva que resultara no diretório, cuja eleição tinha sido anulada pela Justiça.

E aí, eles resolveram, como comissão provisória, não realizar a eleição, até porque praticamente nem existe o colégio eleitoral, tal o grau de desorganização do partido, porque os diretórios municipais de zonais do Rio de Janeiro indicam os delegados. Tudo praticamente desorganizado, como é possível ter a convenção? Aí, Sr. Presidente, temos duas situações distintas: uma é a atuação aqui no Parlamento Estadual. Quando o PDT conseguiu eleger o Governador Garotinho, a bancada do PDT inchou; checamos a 17 Deputados. Mesmo assim, mesmo divergindo do Governador Garotinho - alias divergíamos aqui eu e a Deputada Cidinha Campos – eu continuei como líder da bancada.

Garotinho sai do PDT, 15 Deputados saem do PDT. Ficamos dois - eu e a Deputada Cidinha Campos - na oposição ao governo. Garotinho, Benedita, vem o governo Rosinha. Continuamos aqui na oposição entendendo que o Governo Rosinha também não guardava identidade com o programa do PDT. Eu, a Deputada Cidinha Campos e mais outros dois Deputados. Vem o Governo Sérgio Cabral, o primeiro. Continuamos na oposição, porque o Governo Sérgio Cabral não guardava - como não guarda hoje - nenhuma identidade com o programa e com os compromissos ideológicos do PDT.

No plano nacional, Carlos Lupi leva o PDT a apoiar o Governo Lula e é indicado Ministro do Trabalho.

O SR. PRESIDENTE (Roberto Henriques) – Deputado Paulo Ramos, a Presidência, para garantir a palavra aos demais Parlamentares inscritos, solicita a V.Exa. que conclua a sua fala.

O SR. PAULO RAMOS – Vou concluir, Sr. Presidente.

Chegamos a ter esperanças, Sr. Presidente, quando Carlos Lupi foi indicado Ministro do Trabalho. Imaginamos que seria uma trincheira, para o PDT, demonstrar para toda a Nação os seus compromissos para com a classe trabalhadora.

O PDT defende, como defende ainda hoje, a unicidade sindical, o imposto sindical, o sistema confederativo.

Carlos Lupi fez o jogo dos patrões, pulverizando sindicatos, acabando com a unicidade sindical. Não houve, a partir do Ministério do Trabalho, nenhuma proposta que resultasse, praticamente, numa mudança de correlação de forças entre capital e trabalho; sequer a jornada de trabalho foi reduzida ou proposta.

Sr. Presidente, de repente, agora no governo Dilma, o PDT vai sendo jogado na lama. Ainda não podemos afirmar, mas assessores do Ministro Carlos Lupi, através de um compadrio, porque assim como ele organizou comissões provisórias com seus amigos mais diletos, até funcionários do partido ou seus assessores, também no Ministério do Trabalho, se comportou do mesmo jeito.

Qual a conclusão a que chegamos de imediato? Isso podemos denunciar: a desorganização do PDT fez parte do projeto porque ele, Ministro do Trabalho, quanto mais desorganizado o partido, menor a influência, menor a fiscalização.

Sr. Presidente, temos o episódio na Assembleia Legislativa. Depois de participar com um grupo expressivo de companheiros, alguns estão aqui, V.Exa. já anunciou, sofro eu, por essa comissão provisória espúria, indigna, uma representação, a única, representação 001 – zero, zero, um! —, junto à Comissão Nacional de Ética.

Foi diante da Comissão Nacional de Ética que o PDT no Rio de Janeiro tem uma comissão provisória e está tão desorganizado que não tem Comissão de Ética.

E aí, dentre todos os signatários, estão os funcionários do partido, que integram a comissão provisória; estão alguns assessores do Ministro Carlos Lupi; está o José Bonifácio, subsecretário aí de Defesa do Consumidor; mas está também, Sr. Presidente, o Deputado Luiz Martins, sobre quem não vou falar. Não vou falar porque não reconheço nele estatura política para subscrever uma representação contra mim na Comissão de Ética. Considero-o um ser desprezível, menor.

Mas há uma figura que ainda consegue enganar uma parcela do partido ou uma parcela da população: a Deputada Cidinha Campos. Afinal de contas, o que levou a Deputada Cidinha Campos a subscrever, ela que, ao longo de todos os anos anteriores, foi oposição ferrenha ao Governador Sérgio Cabral, desde quando ele presidia a Assembleia Legislativa? Oposição ferrenha! Denunciava o Governador dizendo que ele era corrupto quando Deputado; andava pelo Plenário com a foto da casa do Governador em Angra dos Reis, denunciando. Aliás, o quadro estava na porta de entrada do gabinete dela.

Durante 12 anos, ela viveu aqui denunciando, enfrentando não só Sérgio Cabral como Deputado, depois Sérgio Cabral como Governador, mas também o hoje presidente do PMDB, que presidiu esta Casa, Deputado Jorge Picciani.

Sr. Presidente, a Deputada Cidinha Campos tem a ousadia de subscrever a representação invocando palavras por mim proferidas da tribuna. E eu fico a indagar, falando na ética, e quando fundamentei, no início do meu pronunciamento, a questão da ética, quando falei que ética é coerência. Mudar de posição em relação a questões superficiais é possível.

Mas, afinal de contas, o que levou o PDT a integrar o Governo Sérgio Cabral? O que leva também a Deputada Cidinha Campos, que tanta ojeriza tinha a Sérgio Cabral e a Picciani? Ojeriza! Aqui, não só os Deputados mais antigos, mas os servidores sabem, ela ocupava esta tribuna manifestando até ódio. De repente, Sr. Presidente, a Deputada Cidinha Campos é a maior defensora do Governo Sérgio Cabral. Nem sei por que ela não assume logo a liderança do governo, tal o descaramento com que ela contraria as posições anteriores.

Mas, de qualquer maneira, Sr. Presidente...

Deputado Dr. José Luiz Nanci.

Eu vou concluir.

O SR. PRESIDENTE (Roberto Henriques) – Não, Sr. Deputado. Como o tempo de S.Exa. já se esgotou, não pode mais haver concessão de aparte.

V.Exa, está cedendo o seu tempo? Então, quem agora poderá ceder o tempo é o Deputado Marcelo Freixo, porque já passaram os dez minutos do tempo do Deputado Dr. José Luiz Nanci.

O SR. PAULO RAMOS – Obrigado, Deputado José Luiz Nanci. Obrigado, Deputado Marcelo Freixo.

O SR. PRESIDENTE (Roberto Henriques) – V.Exa. tem mais dez minutos para a conclusão, por gentileza.

O SR. PAULO RAMOS – Poderia eu, aqui, Sr. Presidente, trazer, porque tudo está arquivado. Cheguei a reunir vários pronunciamentos da Deputada Cidinha Campos no Diário Oficial do Poder Legislativo. Vários! Mas preferi que ela própria diga aqui as razões ideológicas e programáticas do PDT que a levaram a mudar tão radicalmente de posição. Eu quero entender, eu quero compreender. Mas o PDT integrar o Governo Sérgio Cabral é uma desmoralização para a nossa legenda, é inaceitável. Inaceitável!

Agora, ao mesmo tempo em que o PDT, por ato de sua direção, que desorganiza o partido, demonstra toda a incoerência apoiando o Governo Sérgio Cabral, temos aqui o PDT do Cabral, liderado pela Deputada Cidinha Campos.

O PDT está sendo enxovalhado por aquilo que acontece no Ministério do Trabalho. É duro! Claro que eu não venho aqui fazer coro com essa falsa Comissão de Ética, que não se manifestou em relação a nenhum caso. Claro que eu tenho compreensão desse jogo político.

Tive a oportunidade de dizer aos companheiros do PDT: “Não vou me confundir com o PSDB ou com o DEM”. Claro que eu não vou! Sabemos a diferença, sabemos que o pessoal do PSDB e do DEM, no Congresso Nacional, estão de plantão - oportunistas que são - porque já ocuparam o poder e impregnaram o poder dessas práticas, e o PDT seguiu capitulado, e seguiu capitulado pela ação do Ministro do Trabalho.

Eu não posso acreditar, embora já esteja convencido, eu não posso imaginar que tudo tenha sido engendrado e conduzido pelo próprio Ministro e por sua liderança, mas, obviamente, cotejando com a desorganização do PDT, eu penso: foi uma operação casada, desorganizado o partido, afastados os companheiros mais combativos, desiludidos os outros igualmente combativos, fácil seria se conduzir à frente do Ministério do Trabalho com tudo que vem acontecendo.

Sr. Presidente, quero ver se eles têm coragem. Vêm adiando as reuniões do Diretório Nacional. Aliás, o PDT nunca mais se reuniu. A prática de reunir o partido para debater, para discutir, nunca mais houve; não tem congresso, não tem nada. O PDT é um cartório, é um balcão de negócios, é uma legenda de aluguel nas mãos desses oportunistas.

Vamos, ainda, Sr. Presidente, imaginar que há força política suficiente dentro do PDT para resgatar a nossa legenda. Há força política. Eles não vão conseguir se perpetuar. A força do trabalhismo é maior do que o descaramento com que eles se comportam. Eles serão derrotados, eu não tenho dúvida. Se existe da parte deles um mínimo de decência, se existe um mínimo de compromisso pelo menos com a memória daqueles que eles enaltecem falsamente, se eles falam sinceramente de Brizola, diante desse quadro todo, eles deveriam renunciar aos cargos de direção. É um mínimo ético. Não sei se eles vão observar esse mínimo ético.

Sr. Presidente, peço a V. Exa. que autorize que se transcreva nos Anais o que eu chamo as minhas razões, encaminhadas ao Presidente da Comissão de Ética. Eu não falo razões de defesa, não são razões de defesa. Eu não admito ser representado na Comissão de Ética por quem não tem ética, por quem não tem compostura, por quem não tem compromisso partidário. Eles não representaram contra mim; eles confessaram a indignidade com que se comportam. Eles são indignos da nossa legenda. Vamos ver.

Peço a V. Exa., Sr. Presidente, que autorize a transcrição nos Anais das minhas razões. Espero que a Comissão de Ética, a par das minhas razões, possa ouvi-los, porque eles é que têm que dar explicações. São eles que estão destruindo a nossa legenda, são eles que comprometem a imagem do nosso partido. Eles são traidores da causa trabalhista, traidores do povo. São traidores e deveriam se comportar como traidores, mas que tenham um mínimo de decência, o mínimo ético.

Sr. Presidente, agradeço aos Deputados José Luiz Nanci, Marcelo Freixo, Luiz Paulo, Janira Rocha, Robson Leite, Domingos Brazão e Geraldo Moreira, que estiveram aqui para ouvir este pronunciamento. Sabem V. Exas. que anunciei dois dias seguidos que faria este pronunciamento, convidando os parlamentares, em especial os do PDT. Eles não são só indignos, eles são covardes! Eles deveriam estar aqui, deveriam enfrentar este debate publicamente, e não agir por detrás dos panos, como estão habituados, com conchavos aqui, conchavos ali.

Aristóteles, Sr. Presidente, há anos, na antiguidade, dizia que o homem seria medido em todas as dimensões, que todo homem teria o seu preço. Eu quero saber qual é o preço deles para tanta incoerência, eu quero saber das vantagens recebidas. Afinal de contas, eles estão em qual poder? Seguramente, não é no poder que o PDT reivindica. O poder que eles assumiram é o poder da traição, da desmoralização da nossa legenda. Com certeza, Sr. Presidente, teremos forças e vamos substituí-los. O PDT há de encontrar o seu verdadeiro rumo. Fora, Lupi! Fora, Carlos Corrêa!

Que a Deputada Cidinha Campos possa chegar aqui e explicar as razões que a levam, com tanto desassombro, com tanta veemência, a defender o Governo Sérgio Cabral. Portanto, Sr. Presidente, com toda a convicção, à memória de Vargas, Jango e Brizola, de tantos outros companheiros, de Darcy Ribeiro, Lysâneas Maciel, Brandão Monteiro, Bocaiúva Cunha, Doutel de Andrade e tantos outros companheiros que não estão no nosso convívio. A presença deles está na nossa consciência. Eles abandonaram, os traidores os abandonaram, mas o nosso PDT vai ser salvo. Salve o PDT! Salve a causa trabalhista, Sr. Presidente!

Muito obrigado.

SITE DA ALERJ

2 comentários:

  1. Estou no PDT desde 1980. Participei ao longo da minha vida do movimento sindical do stado, em especial o SEPE?RJ. Estou triste por assistir esses carreiristas destruírem uma legenda que enfrentou forças poderoas e imperialistas e exemplo de brasilidade . O deputado paulo Ramos foi um dos constituintes de 1988 que tirou nota dez. Quem são esses vermes que querem expulsa-los do PDT?Em nome da memória de Getúlio, Jango , Brizola e Darcy Ribeiro resista com todas as sus forças contra essa direita infitrada no PDT

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  2. leandro Barreto Antunes dos Santossexta-feira, dezembro 02, 2011 7:38:00 PM

    Parabéns deputado!!Lembrando o nosso verdadei ro líder,leonel brizola eles estão "costeando o alambrado."Pior que isso,eles estão estourando e deichando o partido a deriva e permitindo que dele e de sua história se locupletem!Concla-me os antigos e verdadeiros pedetistas e brizolis tas,os netos políticos do governador BRIZOLA, e se unam para resgatar o que resta da hístória que hoje está maculada na alma,o P.D.T.,clama como planta"que surge no deserto"para que as pessoas de bem do partido ingressem na justiça lutem politicamente contra estes"lobos travesti dos de cordeiro"uem é historicamnete,ideologica mente,politicamente e historicamente bem como eleitoralmente o SENHOR CARLOS LUPI?É um engodo uma enganaçãO!!Leandro Barreto lbas@r7.com

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